RESUMO
cap 1– DESIGN INSTRUCIONAL
O que é design instrucional? É o
processo de desenvolvimento para recursos de ambientes ligados ao
ensino/treinamento. Esta área procura soluções para auxiliar a aprendizagem. Sendo
que o trabalho deles possui três níveis: macro, nível governamental ou
administrativo em corporações, cidades, estados, países etc; há o nível meso em
que se coordena a estruturação dos cursos, disciplinas e equivalentes e há o
nível micro em que o especialista aborda especificamente os materiais
produzidos.
O trabalho de um designer instrucional
atenta para cinco atividades definidas pelo conceito de ISD - Instructional
System Design, nas estpas de produção: analisar a necessidade, projetar a
solução, desenvolver a solução, implementar a solução e avaliar a solução. O
design instrucional tem três áreas de fundamentação: ciências humanas, ciências
da informação, ciências da administração.
Os três fundamentos tingem
respectivamente: nas ciências humanas, condução do aluno, procurar fazer de uma
forma ativa por meio da reconstrução do conhecimento, o construtivismo do Jean
Piaget e em base de outros autores como John Dewey e Jerome Bruner; quanto nas
ciências da informação, o importante é ter uma noção do sistema, liberando insights
do mesmo. Por fim, temos as ciências da administração, elas permitem a gestão
dos projetos, assim como sistematização do desenvolvimento, gerência da equipe
multidisciplinar e técnicas da engenharia de produção, tais como: otimização,
melhorias na produção, implementação e desenvolvimento de produtos
instrucionais.
O histórico do design instrucional
passa em um primeiro momento pela Segunda Guerra Mundial, 1939 – 1945. Houve
uma expansão dos usos dos recursos da mídia principalmente para o treinamento
de soldados para usar as novas armas. Em um segundo momento, The science of learning and the art of
teaching (Skinner, 1954). Tratou de modularizar o conteúdo,
implementar o rápido sistema de recompensas. Em seguida temos: A taxonomia
dos objetivos educacionais (1956), Benjamin Bloom. Na qual define a
especificação e análise dos resultados de aprendizagem, assim como os meios de
alcançá-lo. Outro ponto de
modificação foi Military training and principles of learning (1962) e
The conditions of learning (1965), Robert Gané. Classificação dos
níveis de aprendizagem. Diferenciações: informação verbal, habilidades
intelectuais, estratégias cognitivas. Seis tipos de aprendizagem de Bloom. Nove
pensamentos que favoreçam a aprendizagem. Outro ponto marcante foi a
colaboração de David Paul Ausubel, sistematizando os padrões de aprendizagem.
Em que sua definição de aprendizagem significativa ocorre devido a uma análise
social e as relações com as informações cognitivas. Depois foi a passagem dos
anos 1980, crescimento dos meios de instrução por meio das mídias de forma não
oficial. Uma alteração que houve foi que o design instrucional volta-se mais ao
construtivismo em base dos autores: Thomas Duffy, David Jonassen, Seymourt
Papert. Logo em seguida temos a criação de ambientes de aprendizagem apoiados
pela tecnologia digital. No Brasil, o designer instrucional é um especialista
que tem a expertise de realizar um trabalho que o educador não é capaz de fazer
quanto à comunicação do produto e da implementação do mesmo, assim como lidar
com uma equipe que poderá estar desenvolvendo.
O designer instrucional possui cinco competências fundamentais que são:
os fundamentos da profissão, tais como solucionar problemas técnicos, aplicar
as técnicas quanto a teoria da comunicação entre outros; ou competência é a
capacidade de planejamento e análise que conduza um levantamento das
necessidades, para realizar um projeto de currículo ou programa, e poder
identificar, analisar e responder questões relevantes as etapas de
desenvolvimento; existe o design e
desenvolvimento em que esta ligado ao ato de selecionar técnicas e aplica-las
de forma adequada visando o melhor impacto pelo melhor tempo e custo; e por último temos a implementação e gestão onde há a gerência
de projetos, dos recursos humanos, gestão e instrução etc.
Campos de atuação do profissional há dois tipos de conjuntos, mas devemos
lembrar que independente de qual área ele sempre tem a intenção de informar ou
educar. Os campos em que a educação é atividade-fim são os que a educação em si
são os principais objetivos da instituição como escolas, cursinhos, etc. O
outro conjunto de campos está ligado aos campos em que a educação é
atividade-meio na qual está inserido grupos que promovem a educação em um dado
momento para a finalidade de treinamento ou afim.
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