quarta-feira, 24 de outubro de 2012


RESUMO cap 1– DESIGN INSTRUCIONAL

            O que é design instrucional? É o processo de desenvolvimento para recursos de ambientes ligados ao ensino/treinamento. Esta área procura soluções para auxiliar a aprendizagem. Sendo que o trabalho deles possui três níveis: macro, nível governamental ou administrativo em corporações, cidades, estados, países etc; há o nível meso em que se coordena a estruturação dos cursos, disciplinas e equivalentes e há o nível micro em que o especialista aborda especificamente os materiais produzidos.

            O trabalho de um designer instrucional atenta para cinco atividades definidas pelo conceito de ISD - Instructional System Design, nas estpas de produção: analisar a necessidade, projetar a solução, desenvolver a solução, implementar a solução e avaliar a solução. O design instrucional tem três áreas de fundamentação: ciências humanas, ciências da informação, ciências da administração.

            Os três fundamentos tingem respectivamente: nas ciências humanas, condução do aluno, procurar fazer de uma forma ativa por meio da reconstrução do conhecimento, o construtivismo do Jean Piaget e em base de outros autores como John Dewey e Jerome Bruner; quanto nas ciências da informação, o importante é ter uma noção do sistema, liberando insights do mesmo. Por fim, temos as ciências da administração, elas permitem a gestão dos projetos, assim como sistematização do desenvolvimento, gerência da equipe multidisciplinar e técnicas da engenharia de produção, tais como: otimização, melhorias na produção, implementação e desenvolvimento de produtos instrucionais.

            O histórico do design instrucional passa em um primeiro momento pela Segunda Guerra Mundial, 1939 – 1945. Houve uma expansão dos usos dos recursos da mídia principalmente para o treinamento de soldados para usar as novas armas. Em um segundo momento, The science of learning and the art of teaching (Skinner, 1954). Tratou de modularizar o conteúdo, implementar o rápido sistema de recompensas. Em seguida temos: A taxonomia dos objetivos educacionais (1956), Benjamin Bloom. Na qual define a especificação e análise dos resultados de aprendizagem, assim como os meios de alcançá-lo. Outro ponto de modificação foi Military training and principles of learning (1962) e The conditions of learning (1965), Robert Gané. Classificação dos níveis de aprendizagem. Diferenciações: informação verbal, habilidades intelectuais, estratégias cognitivas. Seis tipos de aprendizagem de Bloom. Nove pensamentos que favoreçam a aprendizagem. Outro ponto marcante foi a colaboração de David Paul Ausubel, sistematizando os padrões de aprendizagem. Em que sua definição de aprendizagem significativa ocorre devido a uma análise social e as relações com as informações cognitivas. Depois foi a passagem dos anos 1980, crescimento dos meios de instrução por meio das mídias de forma não oficial. Uma alteração que houve foi que o design instrucional volta-se mais ao construtivismo em base dos autores: Thomas Duffy, David Jonassen, Seymourt Papert. Logo em seguida temos a criação de ambientes de aprendizagem apoiados pela tecnologia digital. No Brasil, o designer instrucional é um especialista que tem a expertise de realizar um trabalho que o educador não é capaz de fazer quanto à comunicação do produto e da implementação do mesmo, assim como lidar com uma equipe que poderá estar desenvolvendo.

O designer instrucional possui cinco competências fundamentais que são: os fundamentos da profissão, tais como solucionar problemas técnicos, aplicar as técnicas quanto a teoria da comunicação entre outros; ou competência é a capacidade de planejamento e análise que conduza um levantamento das necessidades, para realizar um projeto de currículo ou programa, e poder identificar, analisar e responder questões relevantes as etapas de desenvolvimento;  existe o design e desenvolvimento em que esta ligado ao ato de selecionar técnicas e aplica-las de forma adequada visando o melhor impacto pelo melhor tempo e custo;  e por último temos  a implementação e gestão onde há a gerência de projetos, dos recursos humanos, gestão e instrução etc.

Campos de atuação do profissional há dois tipos de conjuntos, mas devemos lembrar que independente de qual área ele sempre tem a intenção de informar ou educar. Os campos em que a educação é atividade-fim são os que a educação em si são os principais objetivos da instituição como escolas, cursinhos, etc. O outro conjunto de campos está ligado aos campos em que a educação é atividade-meio na qual está inserido grupos que promovem a educação em um dado momento para a finalidade de treinamento ou afim.

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